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Agora
no Rio dos Couros...
Se liguei no Parque Nacional para denunciar o fogo, não, não vi até a presente data qualquer atitude tomada por eles... até penso que avisar sobre os incêndios e sobre o serviço que estes terão, pode provocar má vontade dos BrAvOs CoNbAtEnTeS Da BrIgAdA De FoGo Do IBamA?... Porque penso assim? Ora, no incêndio denunciado no ano passada (Veja Matéria) nunca fiquei sabendo de qualquer medida tomada para apurar e reparar os danos... no incêndio deste ano (Veja Matéria), apesar de ter ligado no Ibama e informar no momento da denuncia do caso, que a matéria seria publicada no site e dado o endereço de onde seria publicado ao atendente do Parque Nacional, até a presente data não tive qualquer contato informando por e-mail ou até mesmo telefone (que eles tem no próprio parque, pois me retornaram a ligação quando da denuncia), das medidas tomadas e da apuração que o Digno Chefe do Parque Nacional me disse por telefone que tomaria... e se formos analisar por este ponto, podemos lembrar também que órgão público tem um prazo de 15 dias para informar sobre fatos a estes interpelados... Então porque perderia tempo em continuar a repassar informações a este órgão que até a presente data sequer tomou uma única medida de retorno das informações recebidas... valendo ressaltar que as informações passadas a eles, são crimes ambientais e que mereceriam com certeza absoluta uma medida séria... Mas, voltando a falar sobre a denuncia do dia 06/07/2006, volto a enfatizar que a história sobre o incêndio nos fundos do aeroporto no momento em que os bRAVOS??? cOMBATENTES dO fOGO DO PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS VEADEIROS, foi uma simples mentira da brigada para não fazer o trabalho que eles recebem para fazer... e como prova, existe agora as duas primeiras fotos publicadas neste artigo mostrando a fumaça ao fundo junto ao por do sol, que foram tiradas exatamente da porta de minha residência, e se naquele dia existisse fogo, com certeza absoluta também teria visto... e o incêndio, realmente está nos fundos do aeroporto, a aproximadamente dois a três kms da cabeceira da pista nas margens do Rio dos Couros, se no Parque Nacional, eu não sei, mas, realmente muito próximo do Parque e se tem (combatentes?) lá, também não vi... mas, como o vento sempre sopra naquela direção, com certeza pode atingir o Parque... existe muita fumaça, e apagar o fogo não é um serviço que pode ser feito sozinho... portanto, não tive coragem de chegar mais perto apenas para ver novamente o rico ecossistema ser devorado pelo fogo... não possuo forças suficientes para apagar todos os focos de fogo que tenho conhecimento, mas, de agora em diante, passarei a publicar o que chegar ao meu conhecimento... como até hoje não tive respostas oficiais para publicar, vou continuar denunciando até que alguém ouça este grito de alerta... Outro ponto muito curioso em neste município, é que apesar de todos saberem que este município não possui rendas e que está com praticamente 100% de suas terras sob proteção ambiental, e que, por sua postura preservacionista mantendo até hoje uma das áreas mais preservadas e bonitas do País, atualmente vem sofrendo com interferência dos governos, órgãos de proteção ambiental e até ONGs. Engessando e tentando inviabilizar qualquer alternativa ao desenvolvimento e auto sustentação do município. Morando aqui a mais de um ano, ainda não fiquei sabedor de verbas disponibilizadas pelo Ministério do Meio ambiente, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e pelo menos uns trocados de verbas de ongs nacionais e internacionais que aqui vivem ganhando dinheiro com projetos e querendo saber o que é bom ou ruim para o município, para ajudar a manter o que conseguiu preservar até esta data. Portanto me pergunto, se não dispõe de fontes de renda para se manter e portanto não pode nem imaginar como um dia poderá possuir sua brigada de fogo, o que fazer? Qual seria a decisão mais certa? Expulsar a população que preservou este município como algumas ONGs querem para manter a preservação? Acho que não seria razoável... quem teria hombridade suficiente para tomar conta deste paraíso? O próprio Ibama diz que não dá conta nem de preservar todo o Parque Nacional contra o fogo; segundo informações oficiosas, os estrangeiros que aqui estiveram querendo fazer contrato de manutenção do PARQUE NACIONAL e inclusive com ajuda de ongs fazendo até projeto de ampliação do atual Parque, vasculharam vasta área do município de helicóptero e depois enviando carro com equipamentos sofisticados para analisar solos rochosos e até cavernas... o que eles realmente estavam procurando? preservação ou minério? que tipo de minério emite ondas para ser monitorada de helicóptero? Não vejo com bons olhos colocar estrangeiro para cuidar de um patrimônio Brasileiro que foram preservado pelo humilde povo da Chapada... acho que é o mesmo que colocar a raposa para cuidar do galinheiro... Outro caso triste, é o fato de recentemente um dos projetos de desenvolvimento sustentável do município, (a ativação da pista de pouso de 1200 mts construído e asfaltado ainda no governo Ary Valadão), ter sido embargado pelo Ibama por falta de estudo de impacto ambiental para os pássaros da Chapada dos Veadeiros... se não fosse tão triste, daria para dar boas gargalhadas... será que pediram este estudo porque sabem que o município não dispõe de verbas para tal? fico imaginando porque o Ibama ainda não colocou um sistema de radar com jatos supersônicos para monitorar e desviar todos os possíveis vôos que acontecem quase todos os dias sobre a chapada... rsrs... outro detalhe importante, é, se não podem nem apagar os focos de fogo na zona de amortecimento, como querer proibir um investimento deste? Será que a relação custo benefício nunca foi avaliada? Ou será que o som de talvez dois vôos por dia seja mais danoso aos pássaros que o fogo para ovos, filhotes e os próprios? É com muita tristeza que paro por aqui esperando que alguém me responda pelo menos algumas destas perguntas... terei prazer em publicar uma resposta honesta e sensata que possa tirar algumas dúvidas minhas e de outras pessoas que comentam sobre estes assuntos. Rezende, Aliberino Ferreira Alto Paraíso de Goiás, 26 de Julho de 2006. |
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