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Chapada dos Veadeiros

LOCALIZAÇÃO E ACESSOS

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, criado em 1961, protege uma área de 65.514 ha do Cerrado de Altitude. São diversas formações vegetais, centenas de nascentes e cursos d'água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano.

O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local.

Além da conservação, o Parque tem como objetivos a pesquisa científica, a educação ambiental e a visitação pública.

Localizado a nordeste do Estado de Goiás, no centro da Chapada dos Veadeiros, o Parque está a 260 km de Brasília e a 480 km de Goiânia, com parte de sua área nos municípios de Cavalcante (60%) e Alto Paraíso (40%), onde se situa a Vila de São Jorge, local de entrada dos visitantes.

A partir de Brasília, chega-se ao Parque pelas rodovias BR-020 e GO118 (220 km), que levam a Alto Paraíso, seguindo-se depois pela GO-239 (36 km) até a Vila de São Jorge.

O QUE O PARQUE OFERECE

A visita ao Parque Nacional oferece oportunidades de contemplação e convivência com a natureza da Chapada dos Veadeiros. Já ao longo da estrada de acesso (GO-239), vale observar o Morro da Baleia (km 18) e as Veredas do jardim de Maytréia (km 20).

Por sua vez na GO118 avista-se o mirante do Pouso Alto, considerado o ponto mais alto de Goiás (1.676 m), e o jardim Zen.

Chegando a recepção do Parque, obten-se as orientações possibilitanto a escolha dos passeios no Centro de Visitantes. São oferecidas caminhadas interpretativas pelas trilhas que levam aos saltos e aos cânions, com oportunidades para a descoberta das riquezas contidas nas rochas, na biodiversidade e na história do local.

A parceria do lbama com as associações de condutores garante o acompanhamento dos grupos de visitantes nestes passeios.

RECOMENDAÇÕES AOS VISITANTES

  • Busque o acompanhamento de um condutor devidamente credenciado em uma das associações locais, pois somente estes podem ingressar e permanecer com os visitantes no interior do Parque.
  • Use roupas, calçados e chapéu adequados para a caminhada.
  • Leve água suficiente para seu consumo.
  • Siga as normas e as orientações dos fiscais e condutores, especialmente nas áreas de banho, pois elas visam a proteção dos ambientes e dos próprios visitantes.
  • Mantenha-se sempre junto do seu grupo.
  • Carregue todo o lixo produzido.
  • Não fume nas dependências do Parque Nacional.
  • Nos locais de banho, proteja a água da contaminação evitando o uso de qualquer tipo de produto.
  • Permaneça no Parque somente no horário previsto para a visitação, para o bem dos animais e sua própria segurança.
  • Mantenha-se bem alerta durante todo o passeio, pois são proibidas bebidas alcoólicas e tudo o que possa alterar seus sentidos.
  • Sinta-se como um convidado num ambiente muito especial, que merece todo o seu interesse e respeito.

ATENÇAO:

  • Na época das chuvas, entre outubro e abril, a caminhada e o banho em alguns locais tornam-se perigosos, sendo então suspensos. Às vezes, o aumento do volume das águas pode ocorrer muito rápido, rovocando a chamada cabeça d'água, para a qual todos devem ficar atentos, seguindo sempre as orientações do guia e do guarda florestal do parque.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

  • O Parque está aberto à visitação de terça-feira a domingo, com entrada das 8 às 12 horas e saída até às 18 horas; durante o horário de verão a entrada é das 9 às 13 horas e a saída até às 18 horas.
  • So é permitida a entrada com acompanhamento de condutor de visitantes credenciado (GUIA).
  • Há restrições quanto à entrada de menores de 5 anos de idade, devido aos riscos com a segurança e à dificuldade de deslocamento nas trilhas.

MAIS INFORMAÇÕES

Sede do Parque: Rodovia GO-239, km 36, Vila São Jorge - Alto Paraíso - Goiás

CEP73770-000 Telefax: (62) 459 - 3388

www.ibama.gov.br / E-mail: pncv.go@ibama.gov.br

Associações locais de condutores de visitantes


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IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA DA REGIÃO

O Cerrado é um dos biomas mais ricos do planeta em biodiversidade e também considerado o "berço da águas por abrigar inúmeras nascentes formadoras de importantes rios brasileiros.

Mesmo assim, sua sobrevivência está ameaçada, pois mais de 50% de sua área original de 2 milhões de km2 já está transformada em pastagens e cultivos agrícolas, principalmente monoculturas (soja e milho).

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma das mais importantes áreas de proteção do Cerrado, sendo reconhecido pela Unesco como Sítio do Patrimônio Mundial Natural e zona núcleo da Reserva da Biosfera do Cerrado Goyaz, a qual abrange 2,9 milhões de hectares no nordeste goiano.

Na região do entorno do Parque foi criada a Área de Proteção Ambiental Pouso Alto, com 980 mil hectares, e está sendo implantado o Corredor Ecológico Paranã-Pirineus, buscando aliar o desenvolvimento com a conservação ambiental. Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) estão sendo criadas e cresce na região a organização social para o ecoturismo.

GEOLOGIA

As rochas formadoras desta região são muito antigas. Bem na base encontra-se o Complexo Granítico, formado há 2,5 bilhões de anos. Sobre este, ocorrem as rochas formadas a partir de sedimentos (areia e lama) que, há aproximadamente 1,7 bilhão de anos, passaram a ser depositados no fundo do antigo mar Araí, o qual recobriu toda esta região. Hoje, as rochas do Grupo Araí são as principais formadoras do relevo da região, incluindo as áreas aplainadas da Chapada, serras, montanhas, morros e vales. Alguns locais, como o sul do Parque e a região do Vale da Lua, apresentam as rochas do Grupo Araí recobertas por uma nova seqüência sedimentar denominada Grupo Paranoá.

Há 600 milhões de anos, essas rochas sedimentares foram fraturadas e modificadas por efeito de elevadas pressões e temperaturas, transformando-se em rochas metamórficas, principalmente quartzitos e metassiltitos.

Os quartzitos, mais resistentes à erosão, formam escarpas com paredões de até 300 metros e morros isolados, com paisagens de rara beleza, como os saltos e os cânions.

HIDROGRAFIA

No interior do Parque estão protegidas inúmeras nascentes. Essas nascentes alimentam os córregos de médio e pequeno porte, que por sua vez alimentam os rios maiores - rio Preto e rio dos Couros - que vão desembocar no rio Tocantins, contribuindo para a formação da Bacia do Tocantins. O rio Preto percorre o Parque no sentido nordeste-sudeste, ao longo de aproximadamente 50 km, nos quais a altitude varia em mais de 800 metros. Ele corre encaixado na rocha, formando fortes corredeiras, quedas d'água, baixios e poços profundos, como nos saltos e cânions.

O rio dos Couros forma parte do limite leste do Parque. A maior parte dos cursos d'água é intermitente, mas seu volume aumenta muito na época das chuvas, mudando consideravelmente a paisagem.

CLIMA

O clima predominante é o Tropical Quente, Sub-Úmido (AW), com duas estações bem definidas: um verão chuvoso (de outubro a abril) e um inverno seco (entre maio e setembro), com precipitação média anual entre 1.500 e 1.750 mm. A temperatura média pode variar entre 18 e 27º C e a umidade relativa do ar entre 50% e 80%, podendo chegar a 15%, nos meses de agosto e setembro.

VEGETAÇÃO

O Cerrado é constituído por um mosaico de fitofisionomias, que varia conforme a predominância de ervas, arbustos ou árvores.

O Cerrado, propriamente dito, e composto por árvores baixas e esparsas; nos Campos, predominam ervas e arbustos; e nas Veredas, buritis estão presentes em depressões e vales úmidos. Inúmeras espécies são características desses ambientes, apresentando adaptações como troncos retorcidos, cascas espessas, folhas grossas e pilosas e estruturas subterrâneas.

O Cerrado é o resultado da combinação de vários fatores tais como o clima, o baixo nível nutricional dos solos e a ocorrência natural de fogo.

FAUNA

Há um grande número de espécies vivendo nesta diversidade de ambientes. São cerca de 160 espécies de mamíferos, mais de 300 de aves, cerca de 60 espécies de répteis e anfíbios, mais de 49 de peixes, sem contar os insetos.

 

 

 

 

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Chapada de los Veadeiros

LOCALIZACIÓN Y ACCESOS

El Parque Nacional de la Chapada de los Veadeiros, creado en 1961, protege una área de 65.514 ha del Cerrado de Altitud. Son diversa formaciones vegetales, cientos de nacientes y cursos d'agua, rocas con más de mil millones de años, allende paisajes de rara belleza, con facciones que se alteran a lo largo del año.

El Parque también preserva áreas de antiguos garimpos, como parte de la historia local.

Además de la conservación, el Parque tiene como objetivos la pesquisa científica, la educación ambiental y la visitación pública.

Localizado a nordeste del Estado de Goiás, en el centro de la Chapada de los Veadeiros, el Parque está a 260 km de Brasília y a 480 km de Goiânia, con parte de su área en los municipios de Cavalcante (60%) y Alto Paraíso (40%), donde se sitúa la Villa de San Jorge, local de entrada de los visitantes.

Desde Brasília, se llega al Parque por las autopistas BR-020 y GO118 (220 km), que llevan a Alto Paraíso, siguíendose después por la GO-239 (36 km) hasta la Villa de San Jorge.

QUÉ El PARQUE OFRECE

La visita al Parque Nacional ofrece oportunidades de contemplación y convivencia con la naturaleza de la Chapada de los Veadeiros. Ya a lo largo de la carretera de acceso (GO-239), vale observar lo Muero de la Ballena (km 18) y las Veredas del jardín de Maytréia (km 20).

Por su vez en la GO118 se avista el mirador de lo Poso Alto, considerado el punto más alto de Goiás (1.676 m), y el jardín Zen.

Llegando la recepción del Parque, obtense las orientaciones possibili- tanto la elección de los paseos en el Centro de Visitantes. Son ofrecidas caminatas interpretativas por las trillas que llevan a los saltos y a los cânions, con oportunidades para el hallazgo de las riquezas contenidas en las rocas, en la biodiversidad y en la historia del local.

La aparcería del lbama con las asociaciones de conductivos garantiza el acompañamiento de los grupos de visitantes en estos paseos.

RECOMENDACIONES A LOS VISITANTES
  * Busque el acompañamiento de un conductor debidamente credenciado en una de las asociaciones locales, pues solamente éstos pueden ingresar y permanecer con los visitantes en el interior del Parque.

  * Use ropas, calzados y chapeo adecuados para la caminata.
  * Lleve agua suficiente para su consumo.
  * Siga las normas y las orientaciones de los fiscales y conductivos, especialmente en las áreas de baño, pues ellas visan la protección de los ambientes y de los propios visitantes.

  * se mantenga siempre junto de su grupo.
  * Cargue toda la basura producida.

  * No fume en las dependencias del Parque Nacional.

  * En los locales de baño, proteja a agua de la contaminación evitando el uso de cualquier tipo de producto.

  * Permanezca en el Parque solamente en la hora prevista para la visitación, para el bien de los animales y su propia seguridad.

  * se mantenga bien alerta durante todo el paseo, pues son prohibidas bebidas alcohólicas y todo lo que pueda alterar sus sentidos.

  * se sienta como un invitado en un ambiente muy especial, que merece todo su interés y respeto.

ATENÇAO:

  * En la época de las lluvias, entre octubre y abril, la caminata y el baño en algunos locales se vuelven peligrosos, siendo entonces suspensos. A veces, el aumento del volumen de las aguas puede ocurrir muy rápido, rovocando la llamada cabeza d'agua, para a cual todos deben se poner atentos, siguiendo siempre las orientaciones del guía y del guarda forestal del parque.

INFORMACIONES IMPORTANTES

  * El Parque está abierto a la visitación de martes a domingo, con entrada de las 8 a las 12 horas y salida hasta a las 18 horas; durante la hora de verán la entrada es de las 9 a las 13 horas y la salida hasta a las 18 horas.

  * Soy es permitida la entrada con acompañamiento de conductor de visitantes credenciado (GUÍA).

  * Hay restricciones en cuanto a la entrada de menores de 5 años de edad, debido a los riesgos con la seguridad y a la dificultad de desplazamiento en las trillas.

MÁS INFORMACIONES

Sed del Parque: Autopista GO-239, km 36, Villa San Jorge - Alto Paraíso - Goiás CEP73770-000 Telefax: (62) 459 - 3388

www.ibama.gov.br / e-mail:

pncv.go@ibama.gov.br

Asociaciones locales de conductores de visitantes


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IMPORTANCIA ECOLÓGICA DE LA REGIÓN

El Cerrado es un de los biomas más ricos del planeta en biodiversidad y también considerado el "cuna del aguas por abrigar inúmeras nacientes formadoras de importantes ríos brasileños.

Mismo así, su supervivencia está amenazada, pues más del 50% de su área original de 2 millones de km2 ya está transformada en pastagens y cultivos agrícolas, principalmente monocultivos (soja y maíz).

El Parque Nacional de la Chapada de los Veadeiros es una de las más importantes áreas de protección del Cerrado, siendo reconocido por la Unesco como Sitio del Patrimonio Mundial Natural y zona núcleo de la Reserva de la Biosfera del Cerrado Goyaz, a cual abarca 2,9 millones de hectáreas en el nordeste goiano.

En la región del entorno del Parque fue creada la Área de Protección Ambiental Poso Alto, con 980 mil hectáreas, y está siendo implantado el Pasillo Ecológico Paranã-Pirineus, buscando aliar el desarrollo con la conservación ambiental. Reservas Particulares del Patrimonio Natural (RPPN) están siendo criadas y crece en la región la organización social para el ecoturismo.

GEOLOGÍA

Las rocas formadoras de esta región son muy antiguas. Bien en la base se encuentra el Complejo Granítico, formado hace 2,5 mil millones de años. Sobre éste, ocurren las rocas formadas desde posos (arena y cieno) que, hace aproximadamente 1,7 mil millones de años, pasaron a ser depositados en el fondo del antiguo mar Araí, lo cual recobriu toda esta región. Hoy, las rocas del Grupo Araí son las principales formadoras del relieve de la región, incluyendo las áreas allanadas de la Chapada, sierras, montañas, morros y valles. Algunos locales, como el sur del Parque y la región del Valle de la Luna, presentan las rocas del Grupo Araí recobertas por una nueva secuencia sedimentar denominada Grupo Paranoá.

Hace 600 millones de años, esas rocas sedimentar fueron fracturadas y modificadas por efecto de elevadas presiones y temperaturas, transformándose en rocas metamórficas, principalmente quartzitos y metassiltitos.

Os quartzitos, más fuertes a la erosión, forman escarpas con paredones de hasta 300 metros y morros separados, con paisajes de rara belleza, como los saltos y los cânions.

HIDROGRAFÍA

En el interior del Parque están protegidas inúmeras nacientes. Esas nacientes alimentan los barrancas de medio y pequeño portea, que por su vez alimentan los ríos mayores - me río Negro y me río de los Cueros - que van a desembocar en el río Tocantins, aportando para la formación de la Bacía del Tocantins. El río Negro recorre el Parque en el sentido nordeste-sudeste, a lo largo de aproximadamente 50 km, en los cuales la altitud varia en más de 800 metros. Corre encajado en la roca, formando Fortes corredeiras, caídas d'agua, bajíos y pozos profundas, como en los saltos y cânions.

El río de los Cueros forma parte del límite este del Parque. La mayor parte de los cursos d'agua es intermitente, pero su volumen aumenta mucho en la época de las lluvias, alterando consideravelmente el paisaje.

CLIMA

El clima predominante es el Tropical Caliente, Sub-Húmedo (AW), con dos estaciones bien definidas: un verano lluvioso (de octubre a abril) y un invierno seco (entre mayo y septiembre), con precipitación media anual entre 1.500 y 1.750 mm. La temperatura media puede variar entre 18 y 27º C y la humedad relativa del aire entre 50% y 80%, pudiendo llegar a 15%, en los meses de agosto y septiembre.

VEGETACIÓN

El Cerrado es constituido por un mosaico de fitofisionomias, que varia conforme la predominancia de hierbas, arbustos o árboles.

El Cerrado, propiamente dicho, y compuesto por árboles bajos y esparcidos; en los Campos, predominan hierbas y arbustos; y en las Veredas, buritis están presentes en depresiones y valles húmedos. Inúmeras especies son características dieses ambientes, presentando adaptaciones como troncos encarrujados, cascas espesas, hojas groseras y pilosas y estructuras subterráneas.

El Cerrado es el resultado de la combinación de varios factores tales como el clima, el bajo nivel nutricional de los solos y la ocurrencia natural de fuego.

FAUNA

Hay un grande número de especies viviendo en esta diversidad de ambientes. Son cerca de 160 especies de mamíferos, más de 300 de aves, cerca de 60 especies de reptiles y anfibios, más de 49 de piscis, sin contar los insectos.

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